segunda-feira, 2 de março de 2009

Estado Novo


A Revolução de 28 de Maio de 1926 e o Estado Novo, que se lhe seguiu e dela foi decorrente, constituíram uma indispensabilidade nacional resultante da situação caótica e de ruptura a que a Primeira República havia conduzido o País, em todos ou quase todos os sectores e particularmente no das finanças públicas. Foram chefes militares que sentiram aquela indispensabilidade e souberam, primeiro, estabelecer uma ditadura de sentido construtivo e redentor e, depois, admitir e conseguir, acabando por se lhe entregar plenamente, que um homem de génio, surgido em Coimbra - o Professor Doutor António Oliveira Salazar -, dirigisse o País. Este criou, com a Constituição de 1933, o Estado Novo que chefiou até 1968, ano em que por doença, motivada ou acelerada por uma queda, teve de abandonar o poder.
Nestes trinta e cinco anos, o Estado Novo, além de continuar e terminar a Obra, iniciada pela ditadura, de reorganização geral do País, e particularmente de sua reconstrução financeira, teve de Enfrentar e Resolver quatro conjuntos de Grandes Problemas, que principalmente o Estrangeiro fez incidir sobre Portugal. Foram eles: os problemas decorrentes da Guerra de Espanha, ocorrida de 1936 a 1939; os problemas consequentes da Segunda Grande Guerra, que teve lugar de 1939 a 1945; os problemas devidos à expansão dos regimes democráticos pluralistas, após a referida Segunda Grande Guerra; os problemas relativos ao Ultramar Português, intensificados na década de 50 e, sobretudo, na década de 60.

Sumário: Lição n.º 63 (02/03/2009)

Continuação do sumário das lições número 59 e 60.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Quadro de Henri Matisse leiloado hoje



Este quadro fauvista, "Les coucous, tapis bleu et rose", de Henri Matisse, foi hoje leiloado em Paris por 32 milhões de euros .


terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Um bispo que nega o Holocausto

Polémica

Argentina expulsa bispo que nega crimes do Holocausto

O governo argentino deu dez dias ao bispo Richard Williamson para abandonar o país, depois da recente divulgação de uma entrevista em que o clérigo afirma que apenas «200 a 300 mil» judeus morreram nos campos de concentração


Segundo o ministério argentino do Interior, Williamson tem dez dias para abandonar o país. O bispo é a peça central de uma polémica que opõe o Vaticano ao mundo judaico e a países como a Alemanha e a Argentina.

Em Janeiro, o Papa Bento XVI decidira anular a excomungação de Williamson, justificada em 1988 pelo alinhamento do clérigo com um arcebispo contrário ao Concílio Vaticano II.

A medida foi duramente criticada por líderes judaicos e pela chanceler alemã Angela Merkel devido à recente divulgação de uma entrevista do bispo à televisão sueca, em que Williamson afirma que não morreram mais que «200 a 300 mil» judeus nos campos de concentração da Alemanha Nazi.

O clérigo disse ainda acreditar que não existiram quaisquer câmaras de gás e criticou os relatórios que serviram de base para o julgamento de Nuremberga.

O Vaticano ordenou que Williamson se retractasse publicamente, mas o bispo já afirmou que só o fará depois de estudar dados que comprovem os crimes do Holocausto.

Williamson recusou há dias um convite da imprensa alemã para visitar Auschwitz, e está a aumentar a pressão sobre o Vaticano para assumir uma posição forte perante o incidente.

SOL com agências

Conteúdos do 2.º Teste do 2.º Período (26 Fevereiro)

  • Fascismo (Manual, pp. 102-103; caderno; fotocópia)
  • Nazismo (Manual, pp. 104-107; caderno; fotocópias)

Além destas matérias, sairão mais duas questões, uma questão sobre a Crise de 1929 e outra sobre a matéria anterior.


Sumário: Lição n.º 59 e 60 (19/02/2009)



O derrube da 1.ª República: O 28 de Maio de 1926.

Biografia breve de Salazar.

Ideias essenciais do Estado Novo

Instituições do Estado Novo.

Exercícios interactivos com os portáteis no "Centro de Recursos da Disciplina de História".

Actualização do blogue da Turma 9.º A.